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O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse nesta terça-feira, 31, em Brasília, que a atividade econômica está gerando recuperação dos investimentos no Brasil. Participante da audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que discute a economia brasileira, o ministro fez a afirmação em resposta ao senador Lindbergh Farias (PT-RJ) que o questionou sobre a queda dos investimentos.

"A essência do argumento do senador cita a queda dos investimentos nos últimos anos, que teria contribuído para queda da economia", disse Meirelles, para quem os investimentos caíram algo como 30% nos últimos anos, por causa da recessão.

No entanto, de acordo com o ministro da Fazenda, com a economia retomando, os investimentos voltarão a crescer. "Da mesma forma que a recessão levou à queda dos investimentos, a atividade econômica agora vai levar à recuperação dos investimentos", disse.

Meirelles ressaltou que já está sendo registrado aumento de investimentos no setor de máquinas e equipamentos. No caso da construção, de acordo com ele, a retomada dos investimentos não se deu ainda pelas características de longo prazo do setor e pelo elevado estoques imóveis parados.

O ministro afirmou também que a demora da retomada dos investimentos se explica pela elevada ociosidade da observada na economia. Sobre o encolhimento do BNDES, de acordo com Lindbergh.

Sobre a crítica do senador petista à diminuição do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com ênfase na devolução de R$ 50 bilhões este ano aos cofres do Tesouro e mais R$ 130 milhões em 2018, Meirelles disse que o banco não está repassando recursos ao Tesouro, mas sim pagando ao Tesouro um empréstimo.

À senadora petista e presidente do PT, Gleisi Hoffmann, Meirelles disse que as famílias que foram retiradas do Programa Bolsa Família foram objetos de uma auditoria que mostrou beneficiários irregulares.

Despesas obrigatórias
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que não há solução que não seja pelo controle do crescimento de despesas obrigatórias. Ele fez esta afirmação ainda no contexto da resposta ao senador baiano Otto Alencar (PSD- BA), que indagou ao ministro do porque não se utilizar parte das reservas internacionais para fazer obras públicas, criar empregos no setor da construção civil e fazer, por consequência, a economia retomar fortemente sua trajetória de crescimento.

"Não há solução que não seja pelo crescimento do crescimento de despesas obrigatórias", respondeu o ministro. Para Meirelles, com o tempo o País terá condições para aplicar recursos em obras. "Grandes obras podem ser objeto de privatizações e concessões."

Salário mínimo
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tentou esclarecer confusão feita na segunda-feira envolvendo o salário mínimo na nova versão do Orçamento de 2018 encaminhado ao Congresso. A nova proposta, que contemplou um conjunto medidas e cortes de despesas, reduziu a projeção de aumento do salário mínimo para 2018.

A interpretação inicial foi a de que no Orçamento do ano que vem o governo teria enviado ao Congresso mensagem que visava a reduzir o piso salarial no País de R$ 969,00 para R$ 965,00. Ocorre que os R$ 969,00 de salário mínimo no ano que vem era uma previsão anterior do Ministério do Planejamento. Essa projeção, de acordo com Meirelles, é que foi reduzida para R$ 965,00.

O salário mínimo atual é de R$ 937,00, o que determina que, mesmo ficando em R$ 965,00, o salário mínimo no ano que vem será aumentado, em tese, em 3%. "O ajuste do salário mínimo é calculado por lei", afirmou o ministro. Ele acrescentou que a equipe econômica está "seguindo a lei rigorosamente em relação às contas do salário mínimo".

Fonte: Udop, com informações do Estadão Conteúdo (texto extraído da revista Isto É Dinheiro)

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